Capítulo 7: Você está mentindo

Setelah turun gunung, identitasku terbongkar oleh kakak senior! Gambaran Dingin di Atas Padang Pasir 2508kata 2026-03-14 14:36:31

“Senhor, com licença, perdão pelo incômodo!”
Nesse momento, um homem trajando terno aproximou-se. “Sou Li Ruhai, gerente geral deste restaurante. Sinto interromper vossa refeição, mas nossa casa possui uma norma explícita: é obrigatório trajar-se em traje formal para consumir aqui, portanto...”
Seu olhar recaiu sobre Ye Fei, que comia de cabeça baixa.

“Ah, que memória a minha!” Qin Feiyang bateu levemente na testa. “Gerente Li, peço desculpas, saí às pressas e acabei esquecendo de uma regra tão importante! Porém, já estamos a meio da refeição, não poderia abrir uma exceção?”
“Desculpe, trata-se de uma exigência inflexível. Se abrirmos precedentes, a imagem de nosso restaurante será prejudicada. Espero que compreendam. Mas, em consideração, esta refeição será por minha conta.” Li Ruhai respondeu, resignado.
“Isto...” Qin Feiyang mostrou-se embaraçado. “Ye Fei, ouviste, sem traje adequado não é permitido permanecer. Melhor que te retires por ora!”
“Por que deveria sair?” Ye Fei ergueu a cabeça. “Ainda não estou satisfeito!”
“Se não saciaste, escolha outro lugar para comer!” Qin Feiyang retirou algumas notas da carteira. “Um carrinho de rua lhe cairia bem, serve fartamente e condiz com teu traje!”
“De modo algum! Que regra é essa? Expulsar alguém a meio da refeição, que absurdo!” Ye Fei continuou a comer.

“Senhor, se insistir, serei forçado a tomar medidas e pedir que se retire!” O semblante de Li Ruhai tornou-se severo.
“Ye Fei, se tens algum juízo, sai logo daqui e não abuses da minha boa vontade!” Qin Feiyang vociferou. “Gerente Li, se ele não atende à razão, nada posso fazer! Ponham-no pra fora!”
“Vá para o inferno!” Ye Fei fitou-o subitamente, disparando as palavras.

“O que disseste? Vá você, seu...”
Pum!
Consumido pela fúria, Qin Feiyang ia replicar, quando um prolongado e estrondoso pum escapou-lhe, incontrolável.

De súbito, os demais clientes, todos, voltaram os olhos para a cena.
“Não, não fui eu, não fui eu!”
Pum, pum!
Qin Feiyang, incrédulo, tentou negar, mas novos sons escaparam-lhe.

“Continua negando? Claramente foste tu!”
“Soltar gases à mesa, que falta de educação!”
“Assim ninguém consegue comer...”
As reprimendas multiplicaram-se.

“Eu... vocês...”
Pum, pum, pum!
Qin Feiyang quis falar, mas os puns sucediam-se como estalos de fogos de artifício. “Ye Fei, o que fizeste comigo?”
“Deves estar enganado. O que eu poderia ter feito? Soltas gases e ainda me culpas?” Ye Fei fingia inocência, apontando de súbito: “Olha, tua calça!”

“Que nojo!”

“Além de peidar em público, ainda se evacua!”
“Nojento, absolutamente repugnante!”
Ao seguirem a direção do dedo de Ye Fei, os olhares da multidão inflamaram-se em fúria.

Notaram, então, que as calças de terno de Qin Feiyang estavam encharcadas, marcadas por manchas impuras e turvas.

Até um tolo perceberia: evacuara-se diante de todos!

“Gerente Li, este cavalheiro, embora vestido a rigor, não passa de um animal, defecando em público! Diga, quem deve ser expulso?” Ye Fei sorria, olhos semicerrados.

Antes que Li Ruhai respondesse, a multidão bradou: “Claro que ele!”
“Cada tipo de gente... Até criança sabe o que é decência!”
“Que diferença há entre tal comportamento e o de um animal? Julga-se alguém só por vestir um terno?”
“Fora, fora daqui!”
Diante da execração geral, Li Ruhai não ousou contrariar: “Jovem Qin, melhor que se retire por ora.”

“Jovem Qin?” Ye Fei arqueou as sobrancelhas, desconfiado. “Afinal, vocês se conhecem?”

“Nós...”
“Ye Fei, foi você! Só pode ter sido obra tua!” Qin Feiyang explodiu de raiva.

Agora, ele não passava de um bufão, humilhado perante todos, incapaz de permanecer ali. “Ye Fei, espera só! Voltarei para ajustar as contas!”
E, cobrindo as calças, fugiu envergonhado.

“Ye Fei, foste tu, não foi?” Assim que deixaram o restaurante, Lin Qiqing indagou.

“Segunda irmã, não fiz nada!” Ye Fei deu de ombros.

“És tal e qual o mestre, como não saberia? Já te disse mil vezes para não agir tão impulsivamente! Sabes quem é Qin Feiyang? Humilhando-o assim, só te arranjas problemas e ainda prejudicas meus negócios!”

“Segunda irmã, esse sujeito tem más intenções contigo. Acreditas mesmo que queira uma parceria sincera? Mais cedo ou mais tarde, o conflito seria inevitável.”

“Você...” Lin Qiqing ficou sem palavras, exasperada. “De agora em diante, comporta-te! Sem minha permissão, nada de extravagâncias!”

“Está bem!”

“Mas afinal, o que fizeste a Qin Feiyang?” subitamente, a curiosidade brilhou nos olhos de Lin Qiqing.

“Segredo dos céus, não posso revelar!” Ye Fei declarou, enigmático.

“Nem quero saber!” Lin Qiqing lançou-lhe um olhar altivo e, ao volante, retornou à mansão.

“Segunda irmã, onde é o banheiro? Estou apertado há horas!” Assim que cruzou a porta, Ye Fei perguntou, aflito.

“Perto da escada!”

“Oh!” Numa passada ágil, Ye Fei disparou até lá e acendeu a luz.

“Ah!”
No instante em que a luz se acendeu, um grito agudo retumbou, ensurdecedor.

Ao ver uma mulher, alvo e reluzente, sentada no vaso sanitário, Ye Fei ficou atônito.

“Saia daqui!” a mulher rugiu, furiosa.

“Perdão!” Ye Fei recuou como um raio.

Que situação era aquela?

Por que havia uma bela mulher escondida no banheiro?

E, além disso, quase despida...

Tsk, tsk, que corpo!
Verdadeira obra-prima da natureza!

Clic!

Enquanto Ye Fei ainda se refestelava em fantasias, a mulher já vestira o uniforme de trabalho e saiu, olhos repletos de fúria: “Desgraçado, invadir a casa de uma inspetora de polícia, tens coragem! Vai se entregar ou preciso obrigar-te?”

Inspetora?

Olhando para o uniforme, Ye Fei logo compreendeu.

Devia ser a nona irmã sênior, Zhou Danzhuang, que trabalhava na delegacia.

Uniforme impecável, imponência na postura.

Traços perfeitos, sem mácula.

Cabelos curtos na altura do queixo, sobrancelhas arqueadas — uma verdadeira heroína, destemida e bela!

Quem diria que a nona irmã fosse tão bonita e esbelta!

“Foi um engano, só um engano! Sou teu irmãozinho discípulo!” Ye Fei explicou, apressado.

“Irmãozinho? Piada! Jamais teria um irmão como você!” Zhou Danzhuang, entre a cólera e o sarcasmo. “Vejo que és um ladrão contumaz! Espiar-me é pouco, ainda mente descaradamente. Verás o que faço contigo!”

Ergueu a perna e desferiu-lhe um chute.

“Tão agressiva?” Ye Fei esquivou-se num relance. “Sou mesmo teu irmãozinho!”

“Vai se esquivar? Pois verá!” Zhou Danzhuang, descrente, saltou ágil, suas longas pernas lançando três pontapés em sequência, belos e vigorosos.

Era sua famosa técnica de pernas elásticas, difícil de suportar para a maioria.

Faria questão de dar uma lição naquele pequeno malandro!